A arte de escrever

 

A arte de escrever

 

Por Renata Sodré

Desde que o mundo é mundo, a literatura sempre ocupou um grande espaço nas sociedades. A preocupação em registrar épocas e sentimentos esteve presente desde a civilizações mais antigas e continuou a perpassar a história.

É difícil definir exatamente quando a literatura realmente começou a existir, já que são muitas as correntes e polêmicas em torno desse “fatídico” início. Contudo, boa parte dos historiadores consideram que as primeiras obras da História são atribuídas a Homero, o poeta grego que descreveu as aventuras de Ulisses em Ilíada e a Guerra de Tróia em Odisséia.

No entanto, outros escritores e dramaturgos da Antiguidade, como Ésquilo, Sófocles, Safo, Heródoto e Hesíodo tiveram grande influência em suas épocas. A verdade é que a literatura grega teve um papel importantíssimo na literatura ocidental, pois a partir dela foram criadas ciências como a filosofia, história, medicina e até a matemática.

A literatura pode ser dividida basicamente em três tipos: poesia, prosa e peça de teatro. As poesias são consideradas a mais antiga das formas literárias. Esse gênero consiste em harmonizar as palavras através de versos e rimas. Já as peças de teatro são compostas de falas de personagens e destina-se a ser encenada. No Ocidente, as primeiras peças teatrais datam da Grécia Antiga.

A Prosa, por sua vez, é resumidamente definido como o texto “corrido”, sem versificação. Originariamente, a prosa pode ser subdivida em conto, novela e romance, mas atualmente existem outros tipos de texto que também são considerados prosa, como a crônica, por exemplo.

A importância da literatura não consiste apenas em seu contexto estético e linguístico. A literatura sempre desempenhou um papel importantíssimo em questões culturais, históricas, políticas e sociais.

Poemas como “O Cântico Negreiro” de Castro Alves tornaram-se gritos de revolução e romances como “As meninas” de Lygia Fagundes Telles se utilizaram de uma linguagem sublime para desecrever o horror da ditadura no Brasil.

De Homero a Clarice Lispector; de Kafka a Fernanda Young; de Gustave Flaubert a Stephanie Meyer. A literatura dá cores aos sonhos, às fantasias e à vida de quem decide se enveredar por esse mundo mágico e ao mesmo tempo tão real.

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